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Prédios Arquitetônicos em São Luís
Prédios Arquitetônicos em São Luís



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Principais Atrações.
Paralelo às manifestações culturais e ao magnífico conjunto arquitetônico, São Luís ainda guarda seus encantos naturais. É banhada pelas águas da baía de São Marcos e do Oceano Atlântico e aquecida pelo sol o ano inteiro, privilégio de uma cidade localizada dois graus ao sul da linha do Equador. O calor é amenizado pela brisa do mar e por um período chuvoso que se estende de janeiro a julho, sempre intercalado por dias de sol.

Esse conjunto de fatores geográficos e climáticos garante banhos de sol e de mar o ano todo. Para quem curte boas horas de bronzeamento à beira-mar, São Luís oferece 150 Km de praias, com destaques para as praias da Ponta da Areia, São Marcos, Calhau, Olho d’Água e Araçagy. A paisagem natural de São Luís é uma prova incontestável de que a natureza adotou a ilha como morada. A cidade é atravessada pelos rios Anil e Bacanga, que deságuam na Baía de São Marcos.

Tem uma extensa área de manguezal e conta com quatro áreas de preservação ambiental: o Parque Estadual do Bacanga, com mais de três mil hectares de extensão; o Parque Estadual do Itapiracó, com 322 hectares e Área de Proteção Ambiental do Maracanã. Com vegetação nativa, o Parque do Diamante é uma pequena reserva ecológica próxima ao Centro da cidade.
Biblioteca Benedito Leite.


Localização: Praça do Panteon; Construção: meados do século XX. A criação da biblioteca foi proposta pelo Dr. Antônio Pedro da Costa Ferreira, futuro Barão de Pindaré, ao conselho geral da provincia em 08 de Julho de 1926 mas somente em 1929 procurou-se executar este projeto.

Desde sua fundação até 1951, quando ganhou sua ampla e definitiva a biblioteca errou por "ceca e meca" como trambolho indesejável, com seus livros atirados em carroças e maltratados, senão extraviados.
Casa de Ana Janse.

Localização: Rua Rio Branco. Neste casarão onde funciona o Laboratório Moraes , outrora foi a casa nobre de Ana Janse, que ali ditou seu testamento. Esta cas como tudo que se refere a Ana Janse, é envolta em mistérios indecifráveis. O mistério ali existente é referente ao portão que nunca se abril, mas que se crê tenha sido a entrada da carruagem da poderosa senhora.

É fato de se acreditar por haver até 1935, em frente ao portão, dois frades de mármore de carrara, que deveriam servir para impedir arranhões no portão. Possui planta em forma de U e apresenta fachada frontal e lateral revestida por azulejos nas cores azul e branco. Possui térreo e mirante e termina em beiral com asa de andorinha. Devido ao aclive da rua lateral, apresenta porão alto não visível na fachada principal.

É encimada pelo mirante fazendo com o térreo um corpo da fachada no centro; tem balcão sacado corrido, piso de cantaria e gradil de ferro, vãos em arco abatido e bandeiras envidraçadas. Os vãos do térreo tem parapeitos em treliça protegidos protegido por gradil de ferro no lado esquerdo e rótulas do lado direito.
Edifícil São Luís.

Localização: Rua de Nazaré, 337, esquina com a Rua do Egito. Este edifícil antes de ser lotado como hotel, passou por vários proprietários. Não conhecemos quem foi o primeiro, no entanto, sabemos que no ano 1932, João Gomes, interventor militar do maranhão, nele instalou o seu quartel. Com o passar do tempo, já em 1941, as dependências superiores do predio foram ocupadas pela família Areia Guimarães.

Durante a segunda guerra mundial, foi alugado ao SENTA (Serviço de Mobilização dos Trabalhadores). Adquirido pelo Sr. Gonçalo Moreira Lima, que ali instalou o Hotel Serra Negra quando do incêndio que o destruiu, a 06 de Agosto de 1969. Além de um café, no térreo abrigava uma livraria moderna e o consultório do Dr. Antonio Dino. Adquirido pela Caixa Economica Federal a 11 de Fevereiro 1976, que o recuperou para utilização.

Dados tipológicos: Edifícil prejudicado em toda a sua estrutura. Violento fogo destruiu completamente seu interior. Desenvolvido em três pisos, com duas fachadas revestidas de azulejos portugueses nas cores azul e branco, e beiral em telha de faiança, apresenta ainda as bases dos cunhais em cantaria. Considerado o maior prédio de azulejo do país, em estilo colonial, pertence ao 3º quartel do século XIX. Apresenta predomínio de vázios sobre cheios com os respectivos vãos das portas e janelas em arco pleno.
Palacete Gentil Braga.

Localização: Rua Grande, 782, esquina com a Rua do Passeio Dados jurídicos: Universidade Federal do Maranhão. Construção: Fins do século XVIII. Também conhecido como a casa do canto da viração, possui elementos típicos do primeiro período entre o império e a república, marcando o início do ecletismo em São Luís.

Sua fachada é revestida em azulejos provenientes de Portugal onde sua estampa é o característico azul e branco. Alguns azulejos foram substituídos e outros estão desgastados. Sua planta é em L, com a presença de varandas internas. É uma edificação de apenas um pavimento, possuindo porão alto e mirante com dois pisos. Suas janelas possuem balcão embutido e sua terminação superior é em arco ogival. Sobre cada uma, encontramos olhos de boi, que servem para iluminar e ventilar os portões.
Palácio dos Leões.

Localização: Av. Pedro II. Dados Jurídicos: Governo do Estado do Maranhão. Construção: Início do século XVII. Construído pelos franceses em 1612, em homenagem ao Rei Luís XIII, Rei da França. Com a expulsão dos franceses em 1615, recebeu a denominação "São Felipe", em homenagem a Felipe II da Espanha.

Já em 1716 o governador Melo e Póvoas iniciou sua edificação como palácio dos governadores, concluído em 1776. O palácio dos Leões passou por uma completa restauração. Sua fachada principal neoclássica tem dois pavimentos terminados em platibandas balaustradas. Possue formato triangular com predominância do vazio sobre cheios, vãos em arco pelno encimados por cornijas triangular e balcões entalados balaustrados.
Solar Cesário Veras.

Localização: Rua do Egito, esquina com o beco do Couto Sobrado colonial do primeiro quartel do século XIX, de dois pavimentos e mirante, terminado em beiral. Sua construção é de pedra, cal e madeira. Possue fachada simétrica com vãos de verga reta, exceto na porta principal, que tem o vão em arco pleno com bandeira de ferro.

No segundo pavimento, as janelas são com balcões sacados protegidos por grades de ferro, sendo o central traçado em linhas curvas apoiadas sobre mísula, destacando-se das demais. Todas as molduras e bacias dos balcões são de cantaria.
Solar dos Belfort.

Localização: Praça João Lisboa, esquina com o beco da pacotilha (Rua João Vital de Matos). Lourenço Belfort, enriquecido na lavoura e pecuária, demoliu uma morada inteira, erguendo no local imponente sobrado de dois pavimentos, provavelmente concluído em 1756.

Na segunda metade do século XIX, residia neste imóvel o Barão de Coroatá, Manoel Gomes da Silva Belfort. Atualmente funcionam algumas farmácias no térreo.
Solar Santa Terezinha.
Localização: Entre as Ruas 28 de Julho e a Rua da Estrela. Foi residência da professora de música Lilah Lisboa. Depois de ficar algum tempo em ruínas, foi restaurado para sediar a nova escola de música do Estado do Maranhão "Lilah Lisboa". Apresenta-se em dois estilos, tradicional e art noveau.
Casa da Cidade.
Localização: Praça João Lisboa, nº 328. Este sobrado data do início do século XIX, sendo construído onde seria o Teatro União. Sua função foi residencial, passando posteriormente para a Companhia Nacional de Seguros de Vida, Loteria Estadual e a Câmara Municipal de São Luís.

Atualmente funciona a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Turismo. O sobrado apresenta-se em dois pavimentos e mirante. O primeiro pavimento possue sete portas de vidro e madeira, arco abatido e cunhais, que emolduram a parte central e delimitam o mirante onde se repete o estilo balcão e das escadarias.
Convento das Mercês.

Localização: Rua da Palma - Desterro. Dados Jurídicos. Construção: meados do século XVII (1655); Um dos únicos exemplares da ordem do Brasil: A Real, sagrada e militar ordem Calçada da Nossa Senhora das Mercês e da redenção dos cativos, fundada em Barcelona em 1218. O convento, com sua igreja de pedra e cal, chegou aos nossos dias, de origem espanhola é Luso-Brasileiro nas técnicas e sistemas construtivos que marcaram o Oitocentos maranhense.

Este convento foi, no passado, um significativo centro de estudos religiosos e humanísticos. Com 5800m de área construída e bastante deteriorada, esta edificação de vulto, havia sido, desde 1905, transformada em quartel da polícia militar. Sua integral restauração permitiu a mudança de uso e a instalação da Fundação da Memória Republicana, abrigando inicialmente toda a documentação do período do governo José Sarney.

Foi assegurado aos pesquisadores e estudiosos de todos os níveis, o acesso sistemático á documentação de grande relevância para a história contemporânea brasileira. Além disso, o Convento das Mercês é palco de intensa programação cultural, artística e comunitária, tendo se tornado uma referencia obrigatória para a comunidade ludovicense e para os visitantes da capital, tanto como centro cultural, quanto por sua importância arquitetônica.
Mirantes.
Os Mirantes eram pavimento que aproveitavam o desvão gerado pela inclinação do telhado. Sua cobertura era em geral, com quatro águas e com cumeeira perpendicular á fachada principal. Normalmente estavam presentes nos sobrados. Algumas vezes, tinham azulejos portugueses e de outra origem revestindo sua fachada principal; e em algumas laterais, costumavam ser capeadas com telhas.
Palácio Cristo Rei.

Localização: Praça Gonçalves Dias - Largo dos Amores. Dados jurídicos: Universidade Federal do Maranhão. Construção: Século XIX. Possui estilo colonial, composto de dois pavimentos mais mirante de terminação em beiral. Fachada principal: assimétricas, caídas, com sequência de oculos gradeado de ferro em vez de portas (no térreo).

No segundo pavimento, portas-janelas com caixilhos fixos nas bandeiras e venezianas, apresentam balcão sacado, com o piso de cantaria, e gradil de ferro apoiado por um grupo de mísulas talhadas em lios. Os dois pares de janelas laterais desprovidos de balcão e bandeira, são em arco abatido como os demais. O mirante corresponde às portas centrais repetidas, com balcão corrido simples e protegidos por envidraçados clássicos. O palácio Cristo Rei, prédio onde funciona a reitoria da UFMA, outrora foi propriedade particular do capitalista José Batista do Prado, "O pradinho".

Seus últimos proprietário particulares passaram o direito de posse para a Arquidiocese do Maranhão. Dessa data em diante, sob os cuidados da arquidiocese, o solar foi sede da escola de jesuítas, mais tarde cedido para a Escola de Aprendizes Marinheiros, depois alugado para funcionar a Escola Normal do Estado. Adquirido pela Universidade Federal do Maranhão, na gestão do Cônego Ribamar Carvalho, teve, no reitorado de Josué Montelho, sua atual e definitiva destinação: sede da reitoria da UFMA.
Palácio La Ravardiére.
Localização: Praça Pedro II. Construção: 1689. O palácio foi construído em homenagem ao francês Daniel de La Touche, senhor de La Ravardiére, fundador da cidade de São Luís. Em frente a ele foi erigido o busto do mesmo. Nele funcionaram, nos primeiros tempos, a Casa da Câmara e Cadeia, presidida por Simão Estácio da Silveira.
Solar da Baronesa de Anajatuba.

Localização: Rua do Giz, entre as Ruas 14 de Julho e João Vital de Matos. Não se sabe a data de sua construção. Segundo registro de imóveis, este prédio pertencia à Baronesa de Anajatuba, seus filhos e genros. Em 16 de Novembro de 1963, o governo do Estado transferiu-o, por permuta, à União Federal. Atualmente funciona neste prédio o SPHAN.

Denominado "Cavalo de Tróia", por ser um dos mais altos prédios existentes nesta zona, possui quatro andares, terminados em beiral, com fachada simétrica ficando de frente para p poente. As porta e janelas do térreo são emolduradas em cantaria, vão em arco abatido, bandeiras de ferro trabalhadas em desenhos minuciosos. As janelas são protegidas por grades de ferro. No segundo pavimento, seqüência de janelas com balcão sacado corrido, em toda a extensão da fachada.

No terceiro pavimento, a mesma seqüência de janelas, destacando-se o tratamento, por apresentar as bandeiras com panásios fíxos, formando desenhos, também protegidos por balcões sacados. As do quarto pavimento são simples no acabamento, apresentado também os já citados balcões sacados, com bacias de cantaria e todos os vãos em arco abatidos.
Solar dos Vasconcelos.
Localização: Rua da Estrela. Dados jurídicos: Secretaria do Estado da Cultura. Construção: Século XIX. Exemplar de notável mérito arquitetônico em estilo eclético com estrutura em adobe e pedra. A fachada consta de dois pavimentos simétricos com duas portadas emolduradas em cantaria lavrada, servindo de eixo imaginário. Restaurado recentemente com recursos da PRODETUR.
Teatro Arthur Azevedo.

Localização: Rua do Sol 180, esquina com a Rua Godofredo Viana. Dados Jurídicos: Governo do Estado do Maranhão. Depois de muita polêmica com os Frades do Convento do Carmo, que achavam "Ante-religioso" erguer um templo de eventos pagãos ao lado de sua imponente igreja, ocupando áreas de seu terreno, o Teatro União, numa referência à recente elevação do Brasil à condição de membro do Reino Unido de Portugal e Algarves, foi finalmente inaugurado em 1º de Dezembro de 1816, data comemorativa do aniversário da Restauração de Portugal, sendo portanto o segundo teatro mais antigo do Brasil.

Somente entregue ao público maranhense em 1817, com a passagem pela cidade de uma importante companhia dramática lisboeta, tornando-se passagem obrigatória das mais importantes companhias nacionais e estrangeiras. O sucesso não impediu no entanto que em 1848 o prédio já estivesse reduzido a ruínas, sendo reaberto quatro anos depois com o nome Teatro São Luís. Em meados do Século XX, passou a chamar-se Teatro Arthur Azevedo em homenagem ao romancista e teatrólogo maranhense.

Depois de mais de 40 anos de abandono, no ano de 1991 foi dado início a mais ampla reforma de sua história, com o principal propósito de trazer de volta todas as características arquitetônicas de seu prédio original, com o uso das mais modernas tecnologias cênicas e audiovisuais disponíveis no mundo. Considerado como o verdadeiro templo da cultura no Maranhão, o Teatro Arthur Azevedo. Site: http://www.taa.ma.gov.br/
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