| |
|
|
| |
 |
|
|
|
|
|
|
Belezas Naturais, cachoeiras e praias |
|
|
|
|
| |
Belezas Naturais |
| |
Chapada das Mesas.
A região Sul do Maranhão abriga um cenário natural mágico e grandioso. Aqui, afastada do litoral, em meio a vegetação característica do cerrado brasileiro, encontramos paisagens deslumbrantes, serras azuis, florestas de buritizais e águas cristalinas que nascem nas montanhas rochosas para formar deliciosas cachoeiras. Em meio a vegetação exuberante, estão depositados os mais belos segredos: cachoeiras maravilhosas e até pinturas rupestres. O relevo da chapadas das mesas exibe curiosas formações rochosas, semelhantes a gigantescas esculturas naturais. Começa na altura do município de Barra do Corda, famoso por seus rios de águas cristalinas e as tribos indíginas; passa pelo Parque Estadual do Mirador, onde está uma das maiores áreas preservadas de cerrados da America do Sul; desce até Riachão, Carolina, Balsas e Alto Parnaíba, no extremo sul do Estado, já na fronteira com Piauí e Tocantins. O município de Carolina, a 820km de São Luís e a 220km de Imperatriz concentra as maiores atrações, mas novos paraísos estão sendo descobertos nos municípios de Riachão e Balsas. São dezenas de cachoeiras espalhadas pela chapada das mesas, como a de Santa Bárbara e a de Itapecuruzinho. Mas a mais espetacular é a cachoeira da Pedra Caída, onde uma queda d'água de mais de 50m despenca entre imensos paredões de rochas. Com mais disposição, o sertão maranhense convida a aventuras inesquecíveis. Para alcançar outras cachoeiras famosas é preciso enfrentar as areias do caminho, mas as surpresas compesam quelquer sacrifício. As opções variam do lazer á aventura: apreciar a paisagem, olhar as estrela na noite, passear pelas matas, acompanhar rios de água cristalna pelas montanhas, tomar banho em cachoeiras energizantes, ou então seguir com a turma do treckink ou do rappel, para aventuras e desafios inesquecíveis. O acesso rodoviário é possível somente pelo município de Carolina, e o aéreo, através do fretamento.
Delta das Américas.
Conta-se a história que o primeiro a desbravar o lugar foi o navegador portugues Nicolau Resende que, em 1951, teria naufragado com sua nau cheia de ouro. Procurando sua preciosa carga, o navegador teria descoberto o mais magnífico delta que havia visto em tod a sua vida. O ouro jamais seria encontrado, mais o Delta do Rio Parnaíba ficou conhecido como o único em mar aberto das Américas, e o terceiro maior do mundo. A fortuna causada pela exploração da carnaúba no passado fica esquecida hoje pela fonte de atração do turismo ecológico na região. Possuindo mais de oitenta ilhas, dunas e manguesais, a foz do Rio Parnaíba forma um Delta do tipo ramificado, que se espalha imitando os dedos de uma mão aberta por cinco barras: Iguaraçu, Canárias, Caju, Melancieira e Tutóia. Os passeios disponíveis são muitos: Manguesais, rios, igarapés e por uma imensidão de praias desertas, onde é possível viver em diferentes cenários, com a mesma sensação de paz e harmonia. Os povoados existentes ao longo do Delta são habitados por uma gente afável, que vive basicamente da pesca e da cata de carangueijo, que faz da harmonia com a natureza uma tradição. Ocupa mais de 2700km de divisa entre o Maranhão e o Piauí sendo que a maior parte, cerca de 70km fica em território maranhense, compostos pelos municípios de Tutóia, Paulino Neves e Araioses, no litoral Norte do Estado. O melhor e mais indicado acesso para conhecer esta fantástica criação da natureza é a Ilha do Caju, que já possue, inclusive, uma infra-estrutura turística. De Araioses até a Ilha do Caju são duas horas de barco ou lancha, mais de Carnaubeira até a ilha a viagem é curta, levando mais que alguns minutos.
Ilha do Caju
No centro da ilha estão campos com cajueiros, em partes naturais e em partes plantados. Daí veio o nome: Ilha do Caju. Habitada primeiramente pelos Índios Tremembés, valentes guerreiros, a ilha era denominada de Pará-Mirim e Punaré. Os Tremembés foram catequizados pelos padres jesuítas em forma de aldeamento. Os jesuítas antes de serem expulsos da ilha, teriam enterrado ali um magnífico tesouro, que até hoje ninguem conseguiu encontrá-lo. Mas, sumiu o ouro, ficou a natureza mejestosa Ilha do Caju, que vem sendo mantida como um santuário ecológico pelo esforço e dedicação da família Clark, de origem inglesa, que detém a posse da Ilha desde 1847, tornando-se Área de Proteção Ambiental, por garantir abrigo seguro para todas as espécies de animais que vivem ou transitam pelo Delta, como tatus, cotias, pica-paus, veados, guarás, tucanos e tartarugas marinhas. Hoje, o principal negócio na região é no ramo do turismo ecológico. As antigas casas, da fazenda da Ilha do Caju e a casa inglesa, foram transformadas em pousadas que recebem visitantes com real espirito aventureiro para descobrir um dos mais expressivos santuários naturais do Brasil. A Ilha do Caju está localizada a noroeste do Delta do Rio Parnaíba, no município de Araiose, entre as 80 Ilhas e Ilhotas que formam o maior e único delta das Américas, em mar aberto. Tem uma extensão de aproximadamente 10.000ha, com cinco ecosistemas completos integrando sua ecologia, dos quais 35 são de mangues, 12 de dunas, 23 de matas, 20 de campos e 10 de alagados de água salgada. Nesta imensidão, onde florestas de mangues se misturam a restingas e dunas gigantescas, permeiam cursos de águas e vários exemplares da flóra e fauna ameaçados de extinção. É proibida a pesca predatória, a caça, o molestamento de animais e o desmatamento. http://www.ilhadocaju.com.br/
Floresta dos Guarás.
A Floresta dos Guarás é outra grande e bela formação de conjunto de ilhas, baías, enseadas e estuários, onde rios se encontam com o mar em meios a extensos manguesais, nas Reentranças Maranhenses. Ocupando uma superior a 12.000km2, localiza-se entre a embocadura da Baía de São Marcos, no município de Alcântara até a foz do rio Gurupi, em Carutapera. Toda tombada como Área de Proteção Ambiental e que, por sua importância para as aves migratórias, faz parte da Rede Hemisférica de Defesa das Aves Limícolas. Os Guarás, espécie de aves de um vermelho encandescente que ali vivem, dão nome à floresta. A revoadas desse pássaros sobre as dunas da Ilha dos Lençóis, pontilhandos os céus maranhenses de vermelho, é um espatáculo único. Porta de entrada da Amazônia, a Floresta dos Guarás é ideal para a prática do turismo de observação e esportes náuticos. É cortada por centenas de canais navegaveis, que nos transportam pela maior floresta de manguezais do país e dá acesso à sua riquíssima biodiversidade. Sempre navegando, descobrimos dezenas de Ilhas cercadas de mistérios, lendas e tradições. Em meio a esse paraíso ambiental a inda é possível fazer mergulho profissional no Parcel de Manoel Luís, e visitar estaleiros, onde a produção de barcos remonta ao começo da história maranhense, além de visitar povoados com a maior tradição em pesca artesanal do maranhão e a Reserva Extrativista do Quilombo do Frechal, reconhecida como área remanescente de quilombos do país. O acesso mais fácil a Floresta é pelo minicípio de Cururupu, a aproximadamente 450km de São Luís.
http://www.florestadosguaras.com/bemvindo.htm
Lagoa da Janse.
Localizada entre os bairros São Francisco e Ponta d'Areia e conjuntos Renascença e São Marcos, a Lagoa da Janse é uma das obras mais importantes do novo visual urbano de São Luís. Concebida de maneira artificial, a lagoa era uma área totalmente degradada, sendo aos poucos transformada em um agradável ambiente de lazer, onde já dispõe de praças, jardins, quiosques, pista de cooper e ciclovia, restaurante, barquinhos e quadras poliesportivas.
Parcel Manuel Luís.
O Parcel de Manuel Luís foi descoberto no final do século passado pelo pescador Manuel Luís, escondido nas profundezas do mar em meio a um conjunto de rochas submersas, a 100 milhas náuticas ao norte de São Luís. Considerado o maior banco de corais da America do Sul, é um verdadeiro jardim zoológico no fundo mar. O primeiro Parque Estadual Marinho do Brasil, tem sua faúna e flora sendo estudados por equipamentos de alta tecnologia, enquanto se define um plano de manejo adequado para a área. As visitas são restritas e só autorizadas pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado. Devido as fortes correntezas, dezenas de navios foram afundados na região no passado, fazendo com que o mergulho só seja recomendado para profissionais experientes.
Lençóis Maranhenses.
O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é um verdadeiro deserto à beira-mar, formado por dunas branca de areia com 1550km2 de um ecosistema próprio que compartilha com a areia adjacente dos municípios de Barreirinhas, Santo Amaro, Paulino Neves e Tutóia, onde ficam os chamados Pequenos Lençóis, verdadeiro santuário onde se reproduzem espécies marinhas, como as tartarugas gigantes, e terrestres, como papagaios e várias espécies de aves migratórias, constituindo-se num extraordinário potencial para o turismo ecológico. Os Lençóis ocupam uma área de 270km de extensão na costa oriental maranhense, desde o Golfão Maranhense até a foz do Rio Preguiças, entre os municípios de Primeira Cruz e Barreirinhas. O melhor acesso à região até o início das dunas é através de Barreirinhas, famosa por seu artesanato de palha de buriti. O passeio descendo o Rio Preguiça é feito através de barco de linha ou lancha turística e deslumbra por sua paisagem natural, que permanece há séculos, praticamente intocada, embora habitada por comunidades de pescadores. Os ventos alísios trazem a areia do fundo do mar, fazendo com que as dunas avancem para o continente aberto. Em meios às dunas, existem oásis naturais, lagoas de águas cristalinas formadas pelas chuvas, ricas em peixes e camarões que migram para os rios e lagos no período da seca. Estar no Parque dos Lençóis, caminhar pelas dunas e se refrescar em suas lagoas é entrar em comunhão com a natureza, com silêncio, com o contrastes das cores. Uma experiência única, numa paisagem sem igual em todo o mundo. Nos Lençóis chovem trezentas vezes mais que no Saara, evitando que se transforme assim num deserto árido e insuportável. Embora exista há 30 anos como Parque Nacional, somente com a implantação do Plano Maior a reserva será desmarcada, o que contribuirá para sua conservação. Os investimentos previsto pelo Ibama para os Lençóis representam mais um passo importante para o desencadeamento do processo de concientização da comunidade e de defesas efetivas do meio ambiente de Barreirinhas e dos municípios vizinhos, o qual se divide entre a solidão criadora dos Lençóis e a intensa vegetação que marca as borda orientais da pré-Amazônia: uma região de buritizais e abundancias de frutas que, ao lado da pesca e da pequena agricultura representam dois itens importantes para a economia local e sobrevivência da população.
http://www.encantesdonordeste.com.br/site/source/regiao.htm
Praias.
Praia da Ponta D'Areia. Localizada ao norte da Ilha e considerada imprópria para banho, é a praia mais fregüentada por ser próxima ao centro da cidade, com melhor acesso rodoviário. Possui areia amarelada e batida e tem ondas fracas. A praia apresenta várias opções de bares, restaurantes e hotéis, além de abrigar o Iate Clube e o Forte de Santo Antônio.
Praia da Raposa. Localizada a 30km do centro da cidade, no município da Raposa, a praia tem a principal colônia de pescadores da região. A avenida principal que leva a praia, está a vila de pescadores, onde as mulheres produzem a renda de bilro, vendendo seu artesanato, e os homens trabalham com a pesca. Não é considerado boa para banhos, pela existência de muitos restos de peixes na água. Pouco antes da Praia da Raposa, há um trecho conhecido como Pucal ou Cocal.
Praia de São Marcos. No início da Avenida Litorânea, a 7km do centro da cidade, é a praia ideal para a prática de surf, e a preferida pelos jovens da Ilha. Com bares en toda sua entensão, durante o dia e a noite é uma opção de lazer bem procurada. Sua areia é amarelada e fina, e também é conhecida por Praia de Marcela. Lá encontra-se o Forte de São Marcos e a casa de veraneio do Governo do Estado.
Praia do Araçagy. Depois da Praia do Meio, a 19km do centro da cidade, a Praia do Araçagy possui grandes extensões de areia e altas dunas. Por ter ondas fortes, é ideal para a prática do surf. É bastante urbanizada e freqüentada; possui bares, restaurantes, casas de varaneio e um belíssimo farol de orientação à navegação. Seu acesso é feito por estradas asfaltadas, e é possível a entrada de carros na praia.
Praia do Calhau. Localizada na extensão da Avenida Litorânea, possue belas dunas recobertas por vegetação rasteiras. Sua areia é amarelada e fina, e é considerada uma das praias mais bonitas da cidade. Em sua orla, encontra-se várias opções de lazer, casas de veraneio e hotéis. À noite a praia oferece várias opções de entretenimento.
Praia do Caolho. Localizada entre as praias do Calhau e Olho D'Àgua, no final da Avenida Litorânea. É bastante procurada para acampamentos.
Praia do Meio . Com localização entre as praias do Olho D'Água e Araçagy, é muito freqüentada, principalmente pelos adeptos de Jet-Ski. Possui várias casas de veraneio e bares.
Praia do Olho D'Água. Cercada de dunas, morros e falésias, com vegetação rasteiras. A praia possui ondas fortes de Julho a Dezembro, o que a torna ideal para a prática do surf e esporte a vela. No verão, possui ventos fortes, onde pode ter a prática do Windcar. É uma praia com grande fluxo de visitantes, mas com pouca infra-estrutura de lazer. |
|
| Topo da página | Home |
|
|
|